André Bueno

O Historiador

André Bueno

História

André Luiz de Jesus Bueno é historiador, pesquisador e gestor do patrimônio cultural, com atuação dedicada à preservação da memória, da história e das identidades culturais brasileiras.

É graduado em História pela Faculdade ASA de Brumadinho, mestre em Educação e Docência pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e especialista em Arqueologia e Patrimônio e em História e Cultura Afro-Brasileira.

Desenvolve pesquisas nas áreas de patrimônio cultural, museologia, história oral, história da saúde, história cultural do urbano, cultura popular e educação patrimonial. Também é Guia de Turismo Regional, credenciado pelo Ministério do Turismo nas categorias Atrativo Cultural (Minas Gerais), Excursão Nacional (Brasil) e Excursão Internacional (América do Sul).

Trajetória

Iniciou sua trajetória profissional em 2014, integrando a equipe responsável pelo Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), instrumento técnico que subsidiou o reconhecimento dos Congados como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Em 2018, ingressou na gestão pública como Historiador da Fundação Artístico-Cultural de Betim (FUNARBE). Desde 2022, integra a Secretaria Municipal de Cultura de Betim (SECULT), onde atuou como Chefe da Divisão de Patrimônio Histórico, entre 2022 e 2025, e atualmente exerce o cargo de Superintendente de Patrimônio Cultural.

Em 2026, foi nomeado Conselheiro Titular do Conselho Estadual do Patrimônio Cultural de Minas Gerais (CONEP/MG). Ao longo de sua carreira, tem se destacado pela atuação na preservação do patrimônio cultural, na gestão de museus e espaços de memória, na educação patrimonial e na formulação de políticas públicas voltadas à valorização da história, da memória e das identidades culturais.

Como pesquiso e escrevo

Sua atuação busca aproximar a pesquisa acadêmica da sociedade, compreendendo o patrimônio cultural como instrumento de cidadania, identidade, desenvolvimento e transformação social. Como historiador popular, dedica-se a apoiar comunidades, grupos tradicionais e coletivos na escrita de suas próprias histórias, fortalecendo processos de valorização, reconhecimento e preservação de suas memórias, saberes e identidades culturais.

Mais do que preservar edifícios, documentos ou objetos, acredita que preservar a memória é reconhecer as pessoas, suas trajetórias e os lugares que ajudam a construir a história do Brasil. Defende um patrimônio cultural vivo, construído a partir da participação das comunidades e do respeito às suas narrativas, entendendo que cada história preservada fortalece a identidade coletiva e amplia o exercício da cidadania.

História é Vida.